<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Os principais tipos de utilização do solo no Alentejo meridional: evolução de 1885 e 1951</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Finisterra: Revista portuguesa de …</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1997</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">32</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">147-158</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Partindo das Cartas Agrícolas de G. Pery, do fim do século XIX, e da Carta Agrícola e Florestal do SROA, de meados do século XX, apresenta-se a evolução dos principais tipos de utilização do solo no Alentejo meridional: charneca, culturas arvenses, montado, olivais e vinha. A evolução foi muito grande, principalmente na redução da charneca e no grande aumento das culturas de cereais, causadas pelo proteccionismo do trigo (Elvino de Brito), instituído no fim do séc. XIX, de que resultou considerável aumento de preço deste cereal.</style></abstract></record></records></xml>