<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>2</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Castro, M J V</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Sobrevivência do sobreiro a incêndios em Trás-os-Montes e Alto Douro</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Relatório final de estágio, licenciatura em Ecologia …</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">copa</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">espessura da cortiça</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">Fogo</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobrevivência (voyant)</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A elevada capacidade de resiliência e resistência que o sobreiro (Quercus suber) possui, faz dele uma espécie com uma enorme capacidade de sobrevivência pós-fogo. O presente trabalho tem como objectivos caracterizar a sobrevivência do sobreiro, assim como identificar e quantificar o efeito das variáveis que a afectam depois de incêndio. Para tal, foram medidas as características físicas, de severidade do fogo e de resposta vegetativa das árvores, em 568 sobreiros em áreas ardidas por incêndios ocorridos um e dois anos antes no Nordeste de Trás-os-Montes, mais precisamente em Cedães, Franco e Mirandela. A sobrevivência do sobreiro ao fogo modelou-se através de regressão logística. Os resultados mostraram que os factores que mais afectam a sobrevivência do sobreiro são a espessura da cortiça e a árvore ter sido submetida a descortiçamento previamente, mas também a altura de tronco carbonizado, ou seja, a intensidade do fogo. Assim, árvores com cortiça mais espessa, não descortiçadas e sujeitas a fogo de menor intensidade, têm maior probabilidade de sobreviverem ao incêndio. Ao contrário de outros estudos, não foi possível relacionar a sobrevivência com a exposição do terreno. Dada a dimensão do problema dos incêndios florestais em Portugal e a notável resistência do sobreiro ao fogo sugerimos medidas de gestão florestal pós-fogo em sobreirais, acreditando que a Quercus suber é uma óptima espécie a implantar em futuras reflorestações nos ecossistemas mediterrâneos</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>32</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Castro, M. J. V.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Sobrevivência do sobreiro a incêndios em Trás-os-Montes e Alto Douro</style></title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">copa</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">espessura da cortiça</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">Fogo</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobrevivência (voyant)</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">2007///</style></date></pub-dates></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://scholar.google.com/scholar?hl=en&amp;btnG=Search&amp;q=intitle:SOBREVIV?NCIA+DO+SOBREIRO+A+INC?NDIOS+EM+TR?S-OS-MONTES+E+ALTO+DOURO#0</style></url></web-urls></urls><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A elevada capacidade de resiliência e resistência que o sobreiro (Quercus suber) possui, faz dele uma espécie com uma enorme capacidade de sobrevivência pós-fogo. O presente trabalho tem como objectivos caracterizar a sobrevivência do sobreiro, assim como identificar e quantificar o efeito das variáveis que a afectam depois de incêndio. Para tal, foram medidas as características físicas, de severidade do fogo e de resposta vegetativa das árvores, em 568 sobreiros em áreas ardidas por incêndios ocorridos um e dois anos antes no Nordeste de Trás-os-Montes, mais precisamente em Cedães, Franco e Mirandela. A sobrevivência do sobreiro ao fogo modelou-se através de regressão logística. Os resultados mostraram que os factores que mais afectam a sobrevivência do sobreiro são a espessura da cortiça e a árvore ter sido submetida a descortiçamento previamente, mas também a altura de tronco carbonizado, ou seja, a intensidade do fogo. Assim, árvores com cortiça mais espessa, não descortiçadas e sujeitas a fogo de menor intensidade, têm maior probabilidade de sobreviverem ao incêndio. Ao contrário de outros estudos, não foi possível relacionar a sobrevivência com a exposição do terreno. Dada a dimensão do problema dos incêndios florestais em Portugal e a notável resistência do sobreiro ao fogo sugerimos medidas de gestão florestal pós-fogo em sobreirais, acreditando que a Quercus suber é uma óptima espécie a implantar em futuras reflorestações nos ecossistemas mediterrâneos</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">The following values have no corresponding Zotero field:&lt;br/&gt;secondary-title: Relatório final de estágio, licenciatura em Ecologia …&lt;br/&gt;periodical: Relatório final de estágio, licenciatura em Ecologia …</style></notes></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>3</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Almeida, Maria Helena</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lourenço, Maria João</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Nunes, A M</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Sampaio, Teresa</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Varela, M C</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Chambel, M R</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Faria, C</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pereira, João Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Ensaios de proveniência de sobreiro (Quercus suber)-resultados aos cinco anos</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Congresso Florestal Nacional, 5º, Viseu, 2005</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">adaptabilidade</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">proveniência</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">Quercus suber</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">variabilidade genética</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A adaptabilidade do sobreiro às condições ambientais está pouco estudada e o uso de recursos genéticos inapropriados é uma das causas do insucesso de reflorestação tanto no curto como no longo prazo. Os resultados do esforço de florestação com sobreiro têm sido muito díspares, com valores médios de sobrevivência de 50% que oscilam entre o insucesso total e uma sobrevivência que, em alguns casos, atinge os 100%. A eventual alteração climática acentua a necessidade da utilização de material de reprodução adaptado, como meio de promover a sustentabilidade do montado e das florestas de sobreiro. A caracterização dos recursos genéticos desta espécie poderá contribuir também para a viabilidade económica e ambiental deste sistema ao identificar as populações mais adaptadas e os indivíduos produtores de melhor cortiça. A rede de ensaios de proveniência de sobreiro instalados em 1998, no âmbito da acção concertada “FAIR 1CT 95 0202”, onde estão representadas 35 populações cobrindo toda a sua área de distribuição natural são um excelente instrumento para a avaliação da adaptabilidade. Ainda que as respostas ao nível da qualidade da cortiça só possam ser obtidas tardiamente, o acompanhamento de parâmetros adaptativos ao longo do crescimento das árvores é importante e poderá fornecer informação relevante para a compreensão do funcionamento do sistema. Nesta comunicação apresentam-se os resultados obtidos, 5 anos após a instalação, nos ensaios de proveniência estabelecidos na Mata Nacional das Virtudes e no Monte da Fava relativamente a características adaptativas tais como: a sobrevivência, a eficiência do uso da água, o abrolhamento dos gomos foliares e o crescimento. Ao nível da sobrevivência as populações de origem francesa revelaram-se as menos adaptadas em ambos os locais. Quanto à altura, as 35 populações apresentaram crescimentos significativamente diferentes entre si nos dois ensaios, tendo as populações marroquinas registado os valores mais elevados. Relativamente ao abrolhamento dos gomos foliares observou-se um comportamento semelhante em termos das populações mais tardias e mais temporãs em ambos os ensaios. Geograficamente as primeiras localizam-se numa área mais ocidental da zona de distribuição natural da espécie enquanto que populações mais temporãs, com comportamento significativamente diferente das anteriores são originárias da região mais oriental.</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>47</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Almeida, Maria Helena</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lourenço, Maria João</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Nunes, A. M.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Sampaio, Teresa</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">VARELA, M. 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Os resultados do esforço de florestação com sobreiro têm sido muito díspares, com valores médios de sobrevivência de 50% que oscilam entre o insucesso total e uma sobrevivência que, em alguns casos, atinge os 100%. A eventual alteração climática acentua a necessidade da utilização de material de reprodução adaptado, como meio de promover a sustentabilidade do montado e das florestas de sobreiro. A caracterização dos recursos genéticos desta espécie poderá contribuir também para a viabilidade económica e ambiental deste sistema ao identificar as populações mais adaptadas e os indivíduos produtores de melhor cortiça. A rede de ensaios de proveniência de sobreiro instalados em 1998, no âmbito da acção concertada “FAIR 1CT 95 0202”, onde estão representadas 35 populações cobrindo toda a sua área de distribuição natural são um excelente instrumento para a avaliação da adaptabilidade. Ainda que as respostas ao nível da qualidade da cortiça só possam ser obtidas tardiamente, o acompanhamento de parâmetros adaptativos ao longo do crescimento das árvores é importante e poderá fornecer informação relevante para a compreensão do funcionamento do sistema. Nesta comunicação apresentam-se os resultados obtidos, 5 anos após a instalação, nos ensaios de proveniência estabelecidos na Mata Nacional das Virtudes e no Monte da Fava relativamente a características adaptativas tais como: a sobrevivência, a eficiência do uso da água, o abrolhamento dos gomos foliares e o crescimento. Ao nível da sobrevivência as populações de origem francesa revelaram-se as menos adaptadas em ambos os locais. Quanto à altura, as 35 populações apresentaram crescimentos significativamente diferentes entre si nos dois ensaios, tendo as populações marroquinas registado os valores mais elevados. Relativamente ao abrolhamento dos gomos foliares observou-se um comportamento semelhante em termos das populações mais tardias e mais temporãs em ambos os ensaios. Geograficamente as primeiras localizam-se numa área mais ocidental da zona de distribuição natural da espécie enquanto que populações mais temporãs, com comportamento significativamente diferente das anteriores são originárias da região mais oriental.</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">The following values have no corresponding Zotero field:&lt;br/&gt;periodical: Congresso Florestal Nacional, 5º, Viseu, 2005</style></notes></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>3</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Knapic, Sofia</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pinto, Isabel</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Usenius, Arto</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pereira, Helena</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Modelos de reconstrução do tronco e programas de simulação . Ferramentas para avaliar o potencial de produção de madeira em sobreiros jovens .</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Congresso Florestal Nacional, 5º, Viseu, 2005</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">reconstrução do tronco</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">rendimento em serração</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O sobreiro (Quercus suber L.) é actualmente valorizado como produtor de cortiça, embora no passado a madeira de sobreiro tenha já sido o produto desejado. A disponibilidade da madeira de sobreiro para serração encontra-se limitada ao material proveniente de desbastes ou de abates autorizados. Este estudo teve como objectivo avaliar o potencial desta espécie para a produção de peças sólidas de madeira através da aplicação de técnicas de reconstrução tridimensionais do tronco e simulação de serração. Utilizaram-se os programas de reconstrução do tronco e de simulação de corte WoodCIM®, desenvolvidos no VTT (Technical Research Centre of Finland), que permitiram prever rendimentos da produção em serração. Pretendeu-se contribuir para o aumento do conhecimento do sobreiro como espécie madeireira e do seu potencial para o fabrico de peças de qualidade elevada. Utilizaram-se três sobreiros jovens, escolhidos aleatoriamente num povoamento em desbaste. Os troncos foram cortados em serração em tábuas com 22 mm de espessura. Nestas foi aplicada uma técnica de varrimento visual (scan) e através de análise de imagem (programa PuuPilot) e utilizando um software de reconstrução matemática foi possível desenvolver modelos bi e tridimensionais próximos da realidade, permitindo uma visualização do tronco, entrecasco e cortiça. Neste estudo analisou-se a produção de peças para painéis e soalho. As árvores foram virtualmente serradas em toros de 500 e 1000 mm de comprimento. Os rendimentos variaram entre 26,6% e 35,4% para toros de 0,5 m, e 28,75 e 34,0% para toros de 1,0 m. O melhor rendimento foi obtido para a produçao de parquet, utilizando toros de 0,5 m.</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>3</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Ribeiro, M M A</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Amâncio, S</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Quilhó, T</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Alterações estruturais da base de estacas de sobreiro (Quercus suber L.) em enraizamento, após escurecimento e AIB</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Simpósio de Propagação Vegetativa de Espécies Lenhosas, Castelo Branco, 18 a 20 de Outubro</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">anatomia</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">Enraizamento</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">estacas</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">propagação vegetativa</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">Quercus suber L.</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1996</style></year></dates><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">IPCB. Escola Superior Agrária</style></publisher><pages><style face="normal" font="default" size="100%">170-180</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Estacas em enraizamento, retiradas de jovens plantas de sobreiro com 7 meses, foram utilizadas na recolha de amostras para acompanhamento anatomo-histológico das modificações estruturais da sua base. As plantas-mãe foram submetidas durante um mês a um pré-tratamento de escurecimento, que consistiu no envolvimento da parte do caule correspondente à futura base da estaca por uma banda preta. Em metade das plantas sujeitas ao escurecimento aplicou-se auxina (AIB em pó, na concentração de 0,5%) antes da colocação da banda preta. Para a montagem do ensaio de enraizamento, as estacas foram preparadas com cerca de 7 cm e, em cada grupo dos pré-tratamentos prévios das plantas mãe (só escurecimento ou escurecimento e AIB), metade foram tratadas com AIB na mesma formulação e dosagem. Realizaram-se seis colheitas de material (base das estacas em enraizamento), ao longo do mês que se seguiu ao início do ensaio, para posterior observação de cortes histológicos. No dia 0 observaram-se diferenças em relação à testemunha (não submetida a escurecimento), especialmente ao nível da periderme e do xilema. Até ao dia 20 as diferenças estruturais das estacas submetidas ao tratamento prévio de escurecimento foram-se acentuando, com alteração da disposição normal dos tecidos e aparecimento, por vezes abundante, de callus. Outra alteração ocorreu ao nível do anel de fibras perivasculares que rodeia o floema, que começou a evidenciar rupturas. No tratamento que incluía o escurecimento e a aplicação de AIB na banda preta surgiram, a partir do dia 3, descontinuidades nesse anel que se acentuaram ao longo do tempo, até que a partir do dia 14 essa estrutura praticamente deixou de existir. A partir desse dia e especialmente no dia 20, observou-se uma grande proliferação das células de floema e córtex, em particular as células parenquimatosas e ainda alteração ao nível do câmbio que deixou de ser nítido e único. A aplicação de AIB à base da estaca antes de esta ser posta a enraizar não conduziu a diferenças tão evidentes como o tratamento de escurecimento. Para todos os tratamentos efectuados as modificações surgiram primeiro na zona do nó e só depois na zona do entrenó.</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>3</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Peixe, A</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cavaleiro, C</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Mendes, A</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Gonçalves, J C</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Influência do genótipo, idade da planta mãe e posição do explante inicial, na capacidade de multiplicação in vitro do sobreiro (Quercus suber L.)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Simpósio de Propagação Vegetativa de Espécies Lenhosas, Castelo Branco, 18 a 20 de Abril de 1996</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">cultura in vitro</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">propagação</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1996</style></year></dates><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">IPCB. Escola Superior Agrária</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Castelo Branco</style></pub-location><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O material utilizado foi recolhido em árvores adultas e em plantas provenientes da enxertia de árvores adultas sobre jovens plantas de origem seminal. Como explantes iniciais foram utilizados ramos do ano, tendo-se separado por grupos os explantes provenientes do gomo terminal e do primeiro, segundo e terceiro gomos axilares bem diferenciados. O meio de cultura utilizado foi o Woody Plant Medium (WPM) suplementado com 0,1 mgl-1 de BAP, 7gl-1 de Difco Bacto Agar e 20gl-1 de sacarose. Foram encontradas diferenças significativas entre os genótipos, tanto ao nível da idade da planta mãe como da posição do gomo utilizado. Os resultados obtidos com as plantas enxertadas, foram sempre significativamente superiores aos obtidos com as árvores adultas. Quanto à posição relativa do gomo, verifica-se que tanto ao nível do abrolhamento, como ao nível das taxas de multiplicação, no primeiro subcultivo, os melhores resultados foram obtidos quando se utilizaram os gomos terminais. Note-se no entanto que estas diferenças inicialmente significativas, se encontram já bastante atenuadas ao nível do segundo subcultivo. Outro aspecto com interesse e que mostra a dificuldade para multiplicar in vitro o sobreiro através de rebentação axilar utilizando genótipos adultos, é dado pela percentagem de explantes não evoluídos, que chega a atingir os 75%. As plantas enxertadas apresentaram um comportamento bastante melhor a todos os níveis, o que nos leva a pensar na provável ocorrência de um rejuvenescimento dos tecidos devido ao facto de a enxertia ter sido realizada sobre jovens plantas de semente.</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>47</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Peixe, A.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cavaleiro, C.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Mendes, A.</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Gonçalves, J. C.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Influência do genótipo, idade da planta mãe e posição do explante inicial, na capacidade de multiplicação in vitro do sobreiro (Quercus suber L.)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Simpósio de Propagação Vegetativa de Espécies Lenhosas, Castelo Branco, 18 a 20 de Abril de 1996</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">cultura in vitro</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">propagação</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">sobreiro</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1996</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">1996///</style></date></pub-dates></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">http://repositorio.ipcb.pt/handle/10400.11/306</style></url></web-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">IPCB. Escola Superior Agrária</style></publisher><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O material utilizado foi recolhido em árvores adultas e em plantas provenientes da enxertia de árvores adultas sobre jovens plantas de origem seminal. Como explantes iniciais foram utilizados ramos do ano, tendo-se separado por grupos os explantes provenientes do gomo terminal e do primeiro, segundo e terceiro gomos axilares bem diferenciados. O meio de cultura utilizado foi o Woody Plant Medium (WPM) suplementado com 0,1 mgl-1 de BAP, 7gl-1 de Difco Bacto Agar e 20gl-1 de sacarose. Foram encontradas diferenças significativas entre os genótipos, tanto ao nível da idade da planta mãe como da posição do gomo utilizado. Os resultados obtidos com as plantas enxertadas, foram sempre significativamente superiores aos obtidos com as árvores adultas. Quanto à posição relativa do gomo, verifica-se que tanto ao nível do abrolhamento, como ao nível das taxas de multiplicação, no primeiro subcultivo, os melhores resultados foram obtidos quando se utilizaram os gomos terminais. Note-se no entanto que estas diferenças inicialmente significativas, se encontram já bastante atenuadas ao nível do segundo subcultivo. Outro aspecto com interesse e que mostra a dificuldade para multiplicar in vitro o sobreiro através de rebentação axilar utilizando genótipos adultos, é dado pela percentagem de explantes não evoluídos, que chega a atingir os 75%. As plantas enxertadas apresentaram um comportamento bastante melhor a todos os níveis, o que nos leva a pensar na provável ocorrência de um rejuvenescimento dos tecidos devido ao facto de a enxertia ter sido realizada sobre jovens plantas de semente.</style></abstract><notes><style face="normal" font="default" size="100%">The following values have no corresponding Zotero field:&lt;br/&gt;periodical: Simpósio de Propagação Vegetativa de Espécies Lenhosas, Castelo Branco, 18 a 20 de Abril de 1996&lt;br/&gt;pub-location: Castelo Branco</style></notes></record></records></xml>